PRESS RELEASE
1 July 2026

Sócia do KLA analisa no Metro Quadrado o futuro do short stay

KL
KLA Advogados

Contributor

Founded on May 13th, 2002, in São Paulo, KLA has in its DNA the commitment to go beyond the services provided by traditional law firms and build long-term partnerships with its clients. KLA values a collaborative and development-oriented culture, investing in its professionals at every stage of their careers. The firm maintains a horizontal and barrier-free structure, where partners, lawyers, and interns sit side by side, engaged in a constant exchange of knowledge.
A decisão do STJ que restringiu locações de curta temporada em prédios residenciais está sendo amplamente adotada pelos tribunais estaduais brasileiros. A sócia de Direito Imobiliário Luanda Backheuser analisa os reflexo
Brazil

A sócia de Direito Imobiliário Luanda Backheuser analisa em reportagem os reflexos jurídicos e condominiais do entendimento do STJ sobre o short stay

A decisão do STJ que restringiu as locações de curta temporada em prédios residenciais ganhou novos desdobramentos. Levantamento recente aponta que, em 2026, 84% das decisões proferidas por 18 Tribunais de Justiça estaduais já seguem o entendimento da Corte Superior de que o short stay só é permitido mediante autorização expressa do condomínio.

Em reportagem publicada pelo Metro Quadrado, a sócia de Direito Imobiliário Luanda Backheuser analisa os impactos desse cenário e o que ele representa para o direito condominial brasileiro.

O precedente consolidado pela 2ª Seção do STJ inverte a lógica do “o que não é proibido é permitido”. Pela nova orientação, proprietários que desejam disponibilizar seus imóveis em plataformas como Airbnb e Booking precisam de aprovação expressa da assembleia condominial, por dois terços dos proprietários. Antes disso, bastava a ausência de proibição na convenção.

Na avaliação de Luanda, o entendimento deve continuar prevalecendo, mas ainda pode ser reavaliado. A decisão foi tomada por cinco votos a quatro, o que, para ela, revela a complexidade do tema.

“É um sinal claro de que a Corte está dividida sobre esse tema. Esse não é um assunto simples e ainda exigirá mais discussões”, afirmou a sócia do KLA ao Metro Quadrado.

Luanda traça ainda um paralelo com o surgimento de aplicativos de transporte como o Uber: assim como aconteceu naquele debate, a Justiça brasileira deverá continuar construindo jurisprudência sobre os reflexos das plataformas digitais de locação no direito condominial.

“Discussões desse tipo já ocorrem em outros países, como Espanha e Portugal. É natural que a Justiça brasileira também avance na construção da jurisprudência sobre os casos de short stay“, disse.

Clique aqui para ler a reportagem na íntegra.

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Founded on May 13th, 2002, in São Paulo, KLA has in its DNA the commitment to go beyond the services provided by traditional law firms and build long-term partnerships with its clients. KLA values a collaborative and development-oriented culture, investing in its professionals at every stage of their careers. The firm maintains a horizontal and barrier-free structure, where partners, lawyers, and interns sit side by side, engaged in a constant exchange of knowledge.

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